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Apresentação do Simpósio do Bioma Caatinga

O Semiárido brasileiro tem a maior parte de seu território ocupado por uma vegetação xerófila denominada Caatinga. Este bioma ocupa 11% do território nacional e 70% do Nordeste e abriga 60% da população nordestina. Além de extremamente importante do ponto de vista biológico, suas espécies apresentam características morfofisiológicas adaptadas ao estresse hídrico e às altas temperaturas, tornando-as uma opção para o desenvolvimento da região. Porém, esses recursos vêm sendo explorados de forma inadequada, provocando a diminuição das populações naturais e, em alguns casos, o desaparecimento de algumas espécies.

As consequências desse modelo de exploração predatória se fazem sentir principalmente nos recursos naturais renováveis do bioma. Assim, já se observam perdas irrecuperáveis da diversidade florística e faunística, aceleração do processo de erosão e declínio da fertilidade do solo e da qualidade da água pela sedimentação.

Além disso, os eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos, com precipitações pluviométricas bem abaixo da média, apontam para um cenário onde, mesmo com sua resiliência, algumas espécies já têm instalado notável processo de erosão genética em suas populações, favorecendo a perda de variabilidade e aumentando a vulnerabilidade desses grupos. Paralelamente, a estrutura fundiária existente na região impossibilita o acesso dos pequenos produtores à renda, afetando sua sobrevivência e determinando, como uma das poucas alternativas, a migração ou a busca por seu sustento, por meio da exploração excessiva sobre a base de recursos naturais existentes em suas propriedades ou entorno, agravando ainda mais a pressão sobre esses recursos. Ademais, a falta de visibilidade do bioma traz o desconhecimento de sua riqueza e de sua importância, que reflete no descaso quanto a sua conservação. Atualmente, a Caatinga é considerada como um dos três biomas brasileiros mais degradados e ainda não figura nos cenários nacional e internacional de prioridades de conservação.

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Justificativas do SIBIC

A falta de visibilidade do bioma traz o desconhecimento de sua riqueza e de sua importância, que reflete no descaso quanto a sua conservação. Atualmente, a Caatinga é considerada como um dos três biomas brasileiros mais degradados e ainda não figura nos cenários nacional e internacional de prioridades de conservação.

Diante desse quadro, realizar um simpósio para discutir o uso e manejo dos recursos naturais da Caatinga é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Semiárido brasileiro. Para isso, é necessário fomentar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão nas diferentes áreas do conhecimento, para nortear as linhas de atuação das instituições que atuam nessa região na busca de novos conhecimentos e demandas a serem contempladas nas futuras ações e projetos.

Assim, para o Semiárido a utilização sustentável da biodiversidade nativa e dos recursos naturais se apresenta como uma alternativa viável, e também como uma forma de manter a população na região. Nesse sentido, o desafio que se coloca para o desenvolvimento da região é a consolidação dos potenciais já existentes e a identificação de novas oportunidades econômicas, que se traduzem na geração de emprego e renda para os agentes locais.

Nas últimas décadas, importantes grupos de pesquisa, de desenvolvimento e de inovação produziram volume significativo de conhecimento acerca desse bioma que é exclusivo do Brasil. Contudo, ainda são várias as questões que desafiam a sociedade e suas representações nos segmentos científicos, sociais e políticos.

Nessa perspectiva, a Embrapa Semiárido e instituições parceiras propuseram a realização do Simpósio do Bioma Caatinga (Sibic), reunindo os diferentes atores para debater os processos ecológicos da Caatinga, minimizando sua degradação, aproveitando sustentavelmente seus recursos e melhorando a qualidade de vida de seus habitantes, bem como identificando lacunas a serem trabalhadas.

Workshop de sementes e mudas da Caatinga

O caráter multidisciplinar das investigações científicas sobre recuperação tem sido considerado como o ponto de partida do processo de restauração de áreas degradadas, entendido como um conjunto de ações idealizadas e executadas por especialistas das diferentes áreas do conhecimento, visando proporcionar o re-estabelecimento de condições de equilíbrio e sustentabilidade, existentes nos sistemas naturais. Nem sempre existe uma interação apropriada entre as instituições que pesquisam e transferem tecnologias mais eficientes de produção de sementes e mudas, bem como de recuperação de áreas degradadas da caatinga.

Observa-se nos congressos nacionais e conferências sobre temas diversos como sementes, fisiologia vegetal, botânica e ecologia que pouca atenção tem sido dada à Caatinga, sua recuperação e conservação, seu reflorestamento e, enfim, aos assuntos que sendo abordados nas edições deste Workshop.

Neste contexto multidisciplinar, foi organizado, em 2008, o I Curso de Tecnologia e Fisiologia de Sementes e Mudas de Espécies Arbóreas Nativas da Caatinga, que disponibilizou 30 vagas, as quais foram preenchidas por professores, alunos de graduação e pós-graduação e técnicos da área. Dada a receptividade que o evento teve, em 2010, a comissão organizou a segunda edição do curso, que passou a ser denominado Workshop de Tecnologia e Fisiologia de Sementes e Mudas de Espécies Arbóreas Nativas da Caatinga (WSMC) e contou com participação de aproximadamente 50 profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Nas edições seguintes, realizadas em 2011, 2012 e 2014, o evento ampliou sua abrangência, passando a ser considerado como de nível regional, e o número de participantes cresceu, atingindo 130 profissionais nessa última edição.

Atualmente, o WSMC compõe a agenda de eventos da Embrapa Semiárido e conta com a parceria da Rede de Sementes Florestais da Caatinga (RSFC) e Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates). Este ano, o VI WSMC será realizado conjuntamente com o Simpósio do Bioma Caatinga e abordará temas como a Produção de sementes da Caatinga como alternativa econômica, Pesquisa com sementes e mudas da Caatinga: do banco de sementes às mudanças climáticas e Redes de Sementes Florestais.

Hospedagem para o evento

Organizamos uma lista com os melhores hotéis da região.

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Opções de hospedagem

Alimentação

Aproveite sua vinda ao vale do São Francisco e desfrute das maravilhas da culinária local.

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Transporte para o evento

Organizamos uma lista de opções rodoviárias e aéreas para o evento.

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Opções de transporte

Outras informações sobre o SIBIC 2018

A segunda edição do Simpósio da Caatinga será ainda melhor!

Expectativas e novidades

Com a realização da segunda edição espera-se consolidar mais um espaço de discussão sobre esse Bioma, buscando como público alvo professores e estudantes de pós-graduação, pesquisadores, técnicos, gestores e sociedade civil em geral. Com a participação nas edições desse evento, esses profissionais poderão atualizar seus conhecimentos sobre a Caatinga, discutir estratégias voltadas para um desenvolvimento sustentável da região, que poderão se tornar futuras ações e projetos locais e regionais. Além disso, com o intercâmbio e articulação dos diversos atores locais, redes poderão ser estabelecidas, bem como o fortalecimento das já existentes, agilizando o fluxo de informações que irão contribuir para sua formação acadêmica e profissional.
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A quem o evento interessa?

O SIBIC tem como público alvo pesquisadores, professores e estudantes de pós-graduação, técnicos, gestores, membros de órgãos governamentais e da sociedade civil em geral. Com a participação neste evento, esses profissionais poderão atualizar seus conhecimentos sobre o Bioma Caatinga, discutir estratégias voltadas para um desenvolvimento sustentável da região, que poderão se tornar futuras ações e projetos locais e regionais. Além disso, com o intercâmbio e articulação dos diversos atores locais, redes poderão ser estabelecidas, bem como o fortalecimento das já existentes, agilizando o fluxo de informações, visando à soma de esforços e busca de soluções compartilhadas. Para a segunda edição evento, está sendo estimada a participação de 500 pessoas.
Estudantes e profissionais
Temos uma programação variada para Graduação, Pós-Graduação e Profissionais.
Expositores
Temos espaços para exposição de produtos, livros e serviços em geral. Contate-nos!
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Valor das inscrições

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Categoria de
INSCRIÇÃO
  • Estudante de graduação

  • Profissional

Pagamento até
15/05/2018
  • R$ 50,00

  • R$ 70,00

Pagamento até
27/07/2018
  • R$ 90,00

  • R$ 70,00

Petrolina

Petrolina é um município localizado no estado de Pernambuco, a 750 km de Recife e a 500 km de Salvador. É banhado pelo Rio São Francisco e faz divisa com o Município de Juazeiro, pertencente ao Estado da Bahia que, juntos, formam o maior aglomerado urbano do Semiárido Brasileiro. De acordo com o IBGE, o número de habitantes das duas cidades, em 2015, é de, aproximadamente, 550.000 habitantes. A cidade possui a 6ª maior economia do Estado, representando 3,37% da riqueza pernambucana. Petrolina é o maior polo agroindustrial de Pernambuco. Alcançou seu desenvolvimento através da agricultura irrigada, tornando-se um importante centro de produção de frutas tropicais, principalmente pelo cultivo de uvas e mangas.

Mais informações em: Petrolina - IBGE

Juazeiro

Juazeiro é um município brasileiro do estado da Bahia. Em conjunto com o vizinho município de Petrolina, em Pernambuco, forma o maior aglomerado urbano do semiárido. Localizada na região submédia da bacia do Rio São Francisco, a cidade se destaca pela agricultura irrigada que se firmou na região graças às águas do rio São Francisco. É conhecida como a Terra das Carrancas, figuras antropomorfas usadas pelas embarcações que subiam e desciam o São Francisco. Seu nome se origina dos pés de juá ou juazeiro, uma árvore típica da região. Está inserido na Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento do Polo Petrolina e Juazeiro.

Mais informações em: Juazeiro - IBGE

Com a realização bienal do SIBIC espera-se gerar resultados nos diferentes aspectos:

Sociais: sensibilização e incremento do nível de informação do público alvo para conservação, uso e manejo sustentável dos recursos naturais da Caatinga;

Econômicos: possibilidade de exploração de novos nichos de oportunidades, a exemplo do turismo ecológico e das energias renováveis;

Ambientais: com a identificação dos pontos de maior vulnerabilidade socioambiental e seu impacto local e divulgação de experiências exitosas que poderiam ser replicadas;

Científicos: fomentar temáticas para pesquisa, ensino e extensão para atender as necessidades locais, regionais e estaduais; propiciar intercâmbio de informações entre instituições de ensino, sociedade civil e órgãos ambientais; integração de grupos técnicos, científicos, gestores públicos e privados, sociedade civil.

Ademais, o conteúdo das palestras e dos debates, bem como dos resumos e experiências apresentados irão compor uma publicação técnica, em formato digital que será disponibilizada nas bases de dados das instituições de pesquisa, ensino e extensão e servirá de subsídios para a unificação de agendas, ações e projetos em rede, identificação de competências.

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Agradecemos o seu interesse no evento e estamos à sua disposição para atendê-lo da melhor forma possível. Utilize os canais abaixo:
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Escreva-nos diretamente, através do email oficial do evento:
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Telefone
Se as formas anteriores falharem, por favor, utilize nosso número:
(87) 3866-3659.

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Vagas limitadas!

As vagas são limitadas. Nas últimas edições as esgotaram um mês antes do prazo final.

Inscrições abertas

Já estão liberadas as inscrições para o evento. Faça já o seu cadastro.

Lançamento do site do evento

É com entusiamos que lançamos o site do II SIBIC e iniciamos oficialmente as atividades.


A falta de visibilidade do bioma traz o desconhecimento de sua riqueza e de sua importância, que reflete no descaso quanto a sua conservação. Diante desse quadro, realizar um simpósio para discutir o uso e manejo dos recursos naturais da Caatinga é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Semiárido brasileiro. Para isso, é necessário fomentar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão nas diferentes áreas do conhecimento, para nortear as linhas de atuação das instituições que atuam nessa região na busca de novos conhecimentos e demandas a serem contempladas nas futuras ações e projetos.

Informações para contato

Endereço Embrapa: Rodovia BR-428, Km 152, s/n - Zona Rural, Petrolina - PE, 56302-970.

Telefone: (87) 3861 4442

E-mail: cpatsa.sibic@embrapa.br


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